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Confira as mudanças que 2020 trouxe para o setor automobilístico

Assim como diversos setores da indústria, o ramo automobilístico sentiu o impacto da pandemia. Até o mês de março, o crescimento estava em 9%, mas foi congelado com o fechamento de fábricas, montadoras e concessionárias no mesmo mês. Essa parada temporária gerou uma queda nos emplacamentos de 76%, algo que não se via há 14 anos. E, segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o cenário resultou em uma queda de 27% no acumulado do começo de 2020. Já a produção caiu em 35% se comparado a novembro de 2019.

Além da baixa na fabricação, dados obtidos pelo Instituto Brasileiro de Economia da FGV constataram uma inatividade superior a 30% nas indústrias automotivas nos últimos 4 meses. Dentro dessa realidade, até mesmo a empresa Ford encerrou sua produção no Brasil. Segundo uma nota à imprensa, o “ambiente econômico desfavorável” e a “pandemia do Covid-19” a desencorajou de continuar por aqui. No entanto, seu campo de provas e sua sede administrativa para a América do Sul, em São Paulo, continuará de pé, assim como o Centro de Desenvolvimento de Produto, na Bahia. Mas, para quem quiser comprar um carro da marca, este deverá ser importado da Argentina ou do Uruguai.

Quanto à venda dos veículos em 2020, uma pesquisa feita pelo site Webmotors revelou que, no final de 2019, 71% das pessoas entrevistadas gostariam de comprar um carro novo no primeiro semestre do ano passado. Porém, com a chegada do Covid-19, 64% do mesmo grupo de interessados prorrogou sua compra por mais 6 meses. Destes que prorrogaram, 45% (a maioria) escolheu deixar para depois por medo do desemprego. Agora, em 2021, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), constatou-se uma queda de 28,1% nas vendas até novembro, comparando-se com o mesmo período de 2019. 

É notório o fato de que a crise impactou bastante, tanto na linha de produção, quanto no poder de compra. Porém, de acordo com o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, a chegada da vacina pode gerar maior estabilidade no setor econômico. Assim, a indústria automobilística teria uma recuperação ainda melhor, por mais que gradual.

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Publicado por: Somos Ecco

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